Israel e EUA acreditam que guerra pode terminar nas próximas semanas

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Israel e EUA acreditam que guerra pode terminar nas próximas semanas

O secretário norte-americano de Energia disse que espera que a guerra com o Irão termine dentro das "próximas semanas". O Governo israelita também anunciou que prevê que o conflito dure apenas mais três a seis semanas. Acompanhamos aqui, ao minuto, o evoluir do conflito.

Inês Moreira Santos- RTP /

Alaa Al-Marjani - Reuters

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RTP /

EUA preveem que guerra com o Irão termine nas próximas semanas

O secretário norte-americano de Energia, Chris Wright , disse que espera que a guerra com o Irão termine dentro das "próximas semanas".

“Acredito que esse conflito certamente chegará ao fim nas próximas semanas – talvez até antes. Mas o conflito chegará ao fim nas próximas semanas, e veremos uma recuperação no fornecimento [de energia] e uma queda nos preços depois disso”, disse à ABC News.
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Israel pondera cancelar acordo de gás com Líbano

O Governo de Israel está a considerar cancelar um acordo de gás com o Líbano, informou a rádio GLZ no domingo , citando o ministro israelita da Energia, Eli Cohen.
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Membro do Hamas morto em ataque israelita sul do Líbano

Um ataque israelita na região de Sidon, no sul do Líbano, na madrugada de domingo, matou um membro do Hamas, informou à AFP uma fonte do grupo militante palestino.
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Emirados Árabes Unidos intercetaram vários mísseis balísticos e drones iraniano

“As defesas aéreas dos Emirados Árabes Unidos intercetaram quatro mísseis balísticos e seis drones”, afirmou em comunicado o Ministério da Defesa, acrescentando ainda que as defesas aéreas "intercetaram 298 mísseis balísticos, 15 mísseis de cruzeiro e 1.606 drones" desde o início da guerra entre os EUA e Israel contra o Irão.



Nos Emirados Árabes Unidos, pelo menos seis pessoas foram mortas e 142 ficaram feridas em ataques iranianos durante a guerra.
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RTP /

Ataques aéreos israelitas no Líbano já mataram 850 pessoas

Os ataques aéreos israelitas no Líbano mataram 850 pessoas desde 2 de março, incluindo 107 crianças, anunciou hoje o Ministério da Saúde, num novo balanço.
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RTP /

Ataques causaram 16 mortos e 223 feridos entre pessoal médico

As autoridades iranianas denunciaram hoje que os ataques dos Estados Unidos e de Israel causaram 16 mortos e 223 feridos entre pessoal médico e que 152 centros de saúde foram danificados desde o início do conflito, em fevereiro.
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Israel crê que guerra dure mais três a seis semanas

"Estamos preparados, em coordenação com os nossos aliados americanos, com planos que se estenderão pelo menos até ao feriado judaico da Páscoa [que começa a 1 de abril], daqui a cerca de três semanas. E temos planos mais ambiciosos que abrangem até mais três semanas", precisou Effie Defrin, em entrevista à cadeia televisiva CNN. 

O porta-voz militar observou, no entanto, que as forças israelitas "não trabalham com um cronómetro ou calendário, mas para atingir os seus objetivos", que consistem em "enfraquecer severamente o regime iraniano".
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Fecho do Estreito de Ormuz preocupa produtores de ovos de Lafões

Os produtores de ovos da zona de Lafões estão preocupados com a possível falta de rações para as galinhas. O fecho do Estreito de Ormuz obriga a outras manobras e a custos mais elevados.

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Líbano mostra-se disponível para negociar diretamente com Israel

Beirute voltou a viver uma madrugada de intensos ataques. Israel diz que foram destruídos vários centros de comando do Hezbollah.

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Mísseis iranianos atingem Israel e Teerão deixa ameaça a Netanyahu

O Irão promete "caçar e matar" Benjamim Netanyahu. Ao décimo sexto dia de guerra, Israel voltou a ser atacado por mísseis iranianos. Países do Golfo Pérsico foram também atingidos. Telavive respondeu com uma vaga de ataques ao oeste do Irão.

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RTP /

Israel reafirma objetivo de só parar a guerra quando eliminar ameaças

O chefe da diplomacia israelita insiste que a guerra contra o Irão vai durar até que sejam eliminadas as "ameaças existenciais" que o país representa para Israel.

"Queremos acabar com as ameaças existenciais do Irão a longo prazo, não queremos ir todos os anos para outra guerra", declarou Gideon Saar, citado pela agência de notícias espanhola EFE.

O ministro israelita elogiou a coordenação político-militar diária com Washington e acusou Teerão de atacar civis e de cometer "crimes de guerra".
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RTP /

Papa apela ao cessar-fogo no Médio Oriente

"Em nome dos cristãos do Médio Oriente e de todos os homens e mulheres de boa vontade, dirijo-me aos responsáveis por este conflito. Cessem o fogo, reabram os canais de diálogo", disse o pontífice da janela do Palácio Apostólico, este domingo. "A violência nunca poderá conduzir à justiça, à estabilidade e à paz que os povos tanto anseiam".
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Lusa /

Desenvolvimentos no 16.º dia da guerra no Médio Oriente

Principais acontecimentos relacionados com a guerra no Médio Oriente, que entrou hoje no seu 16.º dia, com base na agência de notícias France-Presse (AFP):

+++ Israel não prevê negociações diretas com o Líbano +++

O chefe da diplomacia israelita afirmou hoje que não estão previstas negociações diretas com o Líbano para pôr fim à guerra desencadeada a 02 de março por um ataque do Hezbollah contra Israel, à margem da guerra no Irão.

Uma fonte oficial libanesa tinha dito no sábado à AFP que estava a formar uma delegação para negociar com Israel com vista ao fim da guerra.

A mesma fonte referiu, contudo, que nem a data nem o local de tais discussões foram ainda fixados, estando Paris e Chipre a ser considerados.

+++ Irão diz ter realizado ataques com drones em Israel +++

O exército iraniano declarou hoje ter realizado ataques com drones visando, nomeadamente, uma importante unidade policial e um centro de comunicações por satélite em Israel, num comunicado divulgado pela agência de notícias oficial IRNA.

+++ Irão alerta contra qualquer ação que possa expandir a guerra +++

O chefe da diplomacia iraniana, Abbas Araghchi, exortou hoje as outras nações a "absterem-se de qualquer ação que possa levar a uma escalada e a uma extensão do conflito".

O aviso foi feito durante uma conversa telefónica com o homólogo francês, Jean-Noel Barrot, e após um pedido de auxílio do Presidente norte-americano, Donald Trump, para garantir a segurança no estreito de Ormuz.

+++ Israel aprova verba orçamental "de emergência" +++

O Governo israelita aprovou uma verba de 2,6 mil milhões de shekels (692,9 milhões de euros) para compras militares de emergência, informou hoje a imprensa israelita.

A decisão foi tomada pelo Governo de Benjamin Netanyahu na noite de sexta-feira para sábado, durante uma reunião por videoconferência.

A verba servirá para "compras de segurança" e para responder "a necessidades urgentes", referiu o diário Haaretz, sem adiantar mais detalhes.

+++ Governo britânico considera vital uma "desescalada do conflito" no Médio Oriente +++

O ministro da Energia britânico, Ed Miliband, considerou hoje essencial reduzir as tensões no Médio Oriente, após o apelo de Donald Trump para que os navios de guerra de outros países contribuam para a proteção dos abastecimentos mundiais de petróleo que transitam pelo estreito de Ormuz.

+++ Preocupação no Iraque com ataques de drones +++

As autoridades iraquianas manifestaram hoje preocupação com os repetidos ataques de drones nas proximidades do aeroporto de Bagdad, que ameaçam diretamente uma prisão de alta segurança onde estão detidos presumíveis jihadistas do grupo Estado Islâmico (EI).

+++ Seul analisa apelo de Trump para enviar navio para o estreito de Ormuz +++

A Coreia do Sul está a analisar o pedido de Trump para enviar um navio para o estreito de Ormuz para garantir a segurança da rota petrolífera do Golfo.

+++ Israel anuncia ataques no oeste do Irão +++

O exército israelita anunciou hoje ter lançado uma "vasta vaga" de ataques contra infraestruturas iranianas no oeste do país, ao 16.º dia da ofensiva conduzida conjuntamente com os Estados Unidos contra a República Islâmica.

+++ Detenção no Irão de 20 pessoas por alegadas ligações a Israel +++

As autoridades iranianas detiveram pelo menos 20 pessoas na província do Azerbaijão Ocidental (noroeste) por terem "transmitido informações sobre locais militares, policiais e de segurança ao inimigo sionista", noticiou a agência de notícias Fars.

+++ Guardiões da Revolução juram matar Netanyahu +++

Os Guardiões da Revolução juraram hoje "caçar e matar" o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu.

"Se este criminoso assassino de crianças ainda estiver vivo, continuaremos a caçá-lo e matá-lo-emos com todas as nossas forças", prometeu a poderosa força armada ideológica da República Islâmica do Irão.

+++ Explosões no Bahrein +++

Fortes explosões fizeram-se ouvir na madrugada de hoje em Manama, a capital do Bahrein, segundo dois jornalistas da AFP no local.

Desde o início da guerra, o Bahrein afirmou ter intercetado 125 mísseis e 203 drones iranianos, com um balanço de dois mortos.

Nos outros países do Golfo, estes ataques causaram 24 mortos.

O Ministério da Defesa saudita relatou a destruição de 10 drones que visavam o leste do país e a capital, Riade.

+++ Equipa de futebol iraquiana no México +++

A seleção de futebol do Iraque viajará para o México para disputar o jogo de `play-off` para o Mundial-2026, apesar das dificuldades de viagem provocadas pela guerra no Médio Oriente, confirmou o presidente da Federação Iraquiana, Adnan Dirjal.

O jogo será disputado a 31 de março em Monterrey.

+++ Emirados escolhem a contenção +++

Os Emirados Árabes Unidos têm o "direito de se defender" contra os ataques iranianos, mas continuam a escolher a contenção, declarou o conselheiro do presidente Anwar Gargash.

O Irão alertou que considera os portos do país como alvos legítimos.

+++ Seis futebolistas iranianas retiram pedido de asilo na Austrália +++

Mais três membros da equipa feminina iraniana de futebol que tinham pedido e obtido asilo na Austrália decidiram regressar ao Irão, após uma primeira jogadora o ter feito esta semana, segundo o ministro do Interior australiano, Tony Burke.

Seis jogadoras e um membro da equipa técnica tinham pedido refúgio na Austrália após terem sido qualificados como "traidores em tempo de guerra" no Irão.

+++ Trump quer ajuda no estreito de Ormuz +++

Trump exortou os países que dependem do petróleo que transita pelo estreito de Ormuz, bloqueado de facto pelo Irão, a assegurarem a segurança em coordenação com os Estados Unidos.

"Os Estados Unidos da América venceram e aniquilaram completamente o Irão, tanto militar como economicamente (...), mas os países do mundo que se abastecem de petróleo via estreito de Ormuz devem zelar pela segurança desta passagem, e nós ajudá-los-emos", escreveu na rede social de que é proprietário.

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RTP /

Irão assegura que líder supremo Mojtaba Khamenei está vivo

O ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros assegurou, na rede social Telegram, que o líder supremo do Irão está vivo. Abbas Araghchi garante que Mojtaba Khamenei está bem de saúde e a controlar todo o andamento da situação no país.
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RTP /

Coreia do Sul pondera enviar navios de guerra

A Coreia do Sul vai analisar o pedido de Trump para enviar navios de guerra para o Estreito de Ormuz. O gabinete presidencial coreano diz que vai ponderar cuidadosamente os apelos do presidente dos Estados Unidos.
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Teerão aconselha outros países a evitar ações que possam expandir a guerra

O Irão aconselhou hoje outros países a evitar qualquer ação que possa expandir a guerra com os Estados Unidos e Israel, após o apelo do Presidente norte-americano sobre segurança no estreito de Ormuz.
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RTP /

Israel lança nova ofensiva e Teerão ataca base dos EUA e alvos israelitas

Israel anunciou o lançamento de uma nova ofensiva no oeste do Irão e a Guarda Revolucionária iraniana reivindicou ataques com mísseis contra uma base aérea norte-americana e alvos israelitas. O exército israelita lançou “uma vaga de ataques contra infraestruturas do regime terrorista iraniano no oeste do Irão”, disseram os militares num comunicado citado pela agência francesa AFP.
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"Nem sei se está vivo". Trump admite que alegada morte de Mojtaba Khamenei seja apenas "um rumor"

Donald Trump considera a alegada morte do líder supremo do Irão "um rumor", embora tenha sublinhado que Mojtaba Khamenei não foi visto em público desde o início do conflito.

Kevin Lamarque - Reuters

O presidente dos Estados Unidos disse que acredita que o novo líder supremo do Irão não está vivo, justificando a alegação por este não ter aparecido em público na sua primeira declaração ao país.

Trump ressalva que se trata de um rumor mas diz que "se Khamenei estiver vivo deve render-se".

Na quinta-feira, Khamenei dirigiu-se pela primeira vez à nação desde que foi eleito, a 8 de março, como novo líder supremo, mas o discurso foi lido por uma apresentadora na televisão nacional.

"Nem sei se [Khamenei] está vivo. Até agora, ninguém conseguiu prová-lo", disse o líder dos EUA no sábado, durante uma entrevista telefónica à emissora norte-americana NBC.

Segundo relatos de várias fontes próximas do regime, o clérigo de 56 anos foi ferido no mesmo ataque que matou o pai, Ali Khamenei, em 28 de fevereiro, o primeiro dia de bombardeamentos em Teerão.

Trump insistiu que ouviu dizer que o novo líder supremo do Irão "não está vivo", mas acrescentou que "se estiver, deve fazer algo muito inteligente pelo seu país, que é render-se".

O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth indicou na sexta-feira que Khamenei foi ferido no decurso da ofensiva aérea israelo-americana e ficou provavelmente desfigurado.

Apesar disso, Donald Trump afastou a notícia da morte do clérigo como "um rumor".

No sábado, o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araqchi, afirmou que "não há qualquer problema" com Mojtaba Khamenei e disse que o líder supremo "está a cumprir os seus deveres de acordo com a Constituição".

Na sexta-feira, os Estados Unidos anunciaram uma recompensa de 10 milhões de dólares (8,7 milhões de euros) por informações sobre a localização de altos dirigentes iranianos.

Na mesma entrevista, Donald Trump indicou que os EUA poderão voltar a atacar a ilha de Kharg, o centro da indústria petrolífera do Irão, que disse ter sido alvo de "um dos bombardeamentos mais poderosos" na história do Médio Oriente.

"Talvez" a bombardeiem "mais algumas vezes, só por diversão", disse o Presidente norte-americano.

Trump disse ainda que não está disposto a chegar a um acordo com Teerão.

"O Irão quer chegar a um acordo, e eu não quero porque as condições ainda não são suficientemente boas", afirmou, acrescentando que qualquer acordo teria de ser "muito sólido".

O líder dos EUA recusou-se a dar mais detalhes, mas afirmou que o acordo incluiria um compromisso do Irão de abandonar qualquer pretensão de desenvolver armas nucleares.

Sobre o estreito de Ormuz, por onde passa um quinto do abastecimento mundial de petróleo, Trump indicou que não é claro se o Irão instalou minas na zona e, por isso, garantiu que seria realizado "um extenso esforço de limpeza".

"Acreditamos que outros países que estão a enfrentar dificuldades e, em alguns casos, a ser impedidos de obter petróleo, se juntarão a nós", acrescentou o republicano.


C/Lusa
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Reino Unido pode enviar drones para Médio Oriente

Keir Starmer afirmou que o Reino Unido pode enviar milhares de drones intercetores para o Médio Oriente, visto que o país tem sistemas de defesa anti-aérea a serem fabricados para a Ucrânia usar contra a Rússia. A informação está a ser avançada pela imprensa britânica este domingo.
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Tóquio não descarta enviar navios de guerra para Ormuz mas apela à “cautela”

O Japão afirmou hoje que Tóquio não descarta enviar navios de guerra para defender o Estreito de Ormuz, tal como solicitado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, mas disse que o país deve considerar essa possibilidade com “cautela”.
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Ataques israelitas matam 10 adultos e quatro crianças no Líbano

Pelo menos 14 pessoas, entre as quais quatro menores, morreram numa série de ataques israelitas contra várias localidades do Líbano. Sete pessoas morreram num ataque de Israel contra um bairro da localidade de Nabatieh, no sul do país, incluindo as quatro crianças, de acordo com dados do Centro de Operações de Emergência do Ministério da Saúde.
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Autoridades iranianas detêm mais de 20 pessoas por alegada cooperação com Israel

As autoridades do Irão detiveram pelo menos 20 pessoas no noroeste do país por alegada cooperação com Israel. Estas detenções ocorreram por ordem judicial por as pessoas terem “transmitido informações sobre locais militares, policiais e de segurança ao inimigo sionista”, disse o procurador da região, Hossein Majidi.
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Guarda Revolucionária do Irão promete "caçar e matar" primeiro-ministro de Israel

A Guarda Revolucionária iraniana prometeu "caçar e matar" o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu.

"Se este criminoso assassino de crianças ainda estiver vivo, continuaremos a caçá-lo e a matá-lo com todas as nossas forças", escreveu a Guarda num comunicado.

“Continuaremos a persegui-lo e a matá-lo com toda a força”, acrescenta.

Netanyahu fez uma ameaça velada no início desta semana. Questionado sobre que ações Israel poderia tomar contra o novo líder supremo do Irão e chefe do Hezbollah, Naim Qassem, o primeiro-ministro israelita respondeu: "Eu não faria seguro de vida para nenhum dos líderes dessa organização terrorista".
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Trump diz que Irão quer chegar a acordo

Os Estados Unidos avisam que podem voltar a atacar a Ilha de Kharg no Irão "só por diversão". Isto segundo as declarações de Donald Trump a um canal de notícias norte-americano. 

O presidente norte-americano afirmou, também que, embora o regime de Teerão pareça disposto a fechar um acordo para pôr fim ao conflito "os termos ainda não são suficientemente bons".

Trump disse ainda que os Estados Unidos "demoliram totalmente" a maior parte da Ilha de Kharg.
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Emirados Árabes Unidos estão a responder a mísseis e drones iranianos

“As defesas aéreas dos Emirados Árabes Unidos estão atualmente a responder a ameaças de mísseis e drones provenientes do Irão”, afirmou o Ministério da Defesa do país, este domingo, num comunicado.
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Ponto de situação

  • As Forças de Defesa de Israel (IDF) afirmam ter iniciado ataques em larga escala no oeste do Irão; 
  • o presidente dos EUA diz estar "surpreendido" com o facto de Teerão ter atacado países do Golfo;
  • um ataque de drones atingiu esta noite uma base militar no Aeroporto Internacional de Bagdade, que até há pouco tempo albergava tropas da coligação internacional liderada pelos Estados Unidos contra jihadistas;
  • Kuwait, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita relataram ter intercetado vários ataques lançados hoje a partir do Irão, marcando o início do 16.º dia de conflito no Médio Oriente.
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